Júnior Geo é impedido de falar após um ano de solicitação de CPI do PreviPalmas

Na tentativa de expor questões que não tiveram andamento, o parlamentar sofreu uma sequência de impedimentos.

O vereador professor Júnior Geo (PROS) participou de sessão solene da última terça-feira, 3, no Espaço Cultural, a intenção de Geo era lembrar algumas ações cobradas por ele e que não tiveram o andamento devido pelo Executivo. Na ocasião, o parlamentar levou um bolo para simbolizar o aniversário de um ano de solicitação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto de Previdência Social do Município de Palmas (PreviPalmas), mas sofreu uma série de impedimentos.
Dentre as situações, foi impedido de entrar no auditório com o bolo que estava com uma placa com as palavras: “CPI PreviPalmas 1 ano”. O parlamentar afirmou entender por não poder entrar com alimentos no local, mas para resolver, levou apenas a placa, que possivelmente foi furtada de seu acento sem que percebesse.
Geo também comentou em vídeo a agressão à jornalista que o acompanhava e considerou “descabida e sem sentido”. A jornalista tentava ter acesso ao parlamentar quando teve o braço puxado bruscamente por um assessor da prefeitura tentando impedi-la de passar. O Sindicato dos Jornalistas do Estado do Tocantins também acompanha o caso que já possui Boletim de Ocorrência.
Direito de fala retirado
Na tentativa de utilizar a tribuna, o parlamentar destacou que foi impedido de utilizar o seu direito de fala. “Nos deparamos também com a situação atípica do presidente da Câmara que cerceou o meu direito de fala, onde eu iria utilizar o momento para desempenhar o meu papel e cobrar um ano de CPI que não sai, cobrar soluções para as mais diversas irregularidades”, destacou.
“Infelizmente, a Câmara me cerceou o direito de fala, mas eu estou aqui para trabalhar independente daquele momento ou não, o meu trabalho continua. Vamos trabalhar com seriedade e compromisso com a sociedade. Os mais de 50 milhões do PreviPalmas são dos servidores, não é dinheiro que pode ser utilizado para outra finalidade ou questões particulares”, lembrou.

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